Sobre a mistura de improváveis:

Como dizer que os círculos são fáceis? Tenho o compasso!, mas tudo sai torto torto torto. Dou a você os círculos que pelas suas mãos transformam-se em cousas lindas- e nada tortas.
A mim me dou as letras. O escrever e escrever e escrever. Não para pode viver, mas para poder viver melhor.
Danço com as letras, enquanto tu bailas com círculos que podem se transformar em qualquer coisa que quiseres.
O meu seco. O meu molhado. As minhas linhas cheias de cousas tristes, alegres e sem sentido.
Mas quando a arte minha, encontra a sua: algo novo nasce: a combinação perfeita. O amor pela arte- mas sobre tudo o amor daquela que dança com as letras e daquela que baila com as tintas.
Um amor daqueles que só o entende quem dança e baila com o coração batendo em uma sinfonia que de tão imperfeita tornar-se-á um nove acorde.
O acorde imperfeito: aquele que só tem duas notas.
A nota da escrita e a nota das tintas- que separadas não tem grande valia. Mas que juntas tornam-se algo completamente diferente. Tornam-se completos: as letras que um dia solitárias esbarram nas tintas quase esquecidas e, de repente, toda a bagunça tornou-se algo ainda maior do que apenas arte.
E dessa bagunça toda nasce: o amor.

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Front door.

‘A broken voice
In a broken door
A broken choice
That I broke some more
A broken me
Am I breaking you?
And if i push you too hard
I push you right through.’

+

Completamente seca de:
palavras, lágrimas e sensações.

Cannonball:

Não é bem o frio. Não é bem a fome. Não é bem a ânsia por cigarros. É algo maior. Ou talvez seja algo tão pequeno que não conseguirei enxergar com meus olhos de humana.
Digo que é imensamente mais fácil ser feliz na tristeza do que nessa felicidade avassaladora.